Institucional

A Assembleia de Deus em Rio Branco, fundada em 23/01/1943, instituição religiosa, sem fins lucrativos, reconhecida de utilidade pública municipal e estadual, é uma igreja que está em constante crescimento espiritual, social e cultural, eixos que unidos contribuem para a propagação do evangelho de Cristo. É a maior Igreja evangélica pentecostal no Estado do Acre, possuindo aproximadamente 18.000 membros.

O Estado do Acre, possui  790.101  habitantes, fica na região norte e na Floresta Amazônia do Brasil. Sua capital é Rio Branco – Acre, cuja população é de 319.825 habitantes (2011) . Conheça Rio Branco

IGREJA EVANGÉLICA ASSEMBLEIA DE DEUS EM RIO BRANCO

Sede: Avenida Antônio da Rocha Viana Nr 2492, Bairro Boa Esperança

Rio Branco/Acre  –  Brasil –  CEP. 69.914-610

Telefone: 68-3228-0065 /3228-4794

CNPJ : 04.075.313/0001-60

DATA DE FUNDAÇÃO: 23/01/1943

Pastor Presidente: Pr. Luiz Gonzaga de Lima

Quem Somos

A Assembleia de Deus em Rio Branco, fundada em 23/01/1943, instituição religiosa, sem fins lucrativos, reconhecida de utilidade pública municipal e estadual, é uma igreja que está em constante crescimento espiritual, social e cultural, eixos que unidos contribuem para a propagação do evangelho de Cristo. É a maior Igreja evangélica pentecostal no Estado do Acre, possuindo aproximadamente 16.000 membros. Contribui na sociedade de forma atuante através de atividades religiosas, sociais, educacionais e culturais, têm colhido resultados satisfatórios apesar da grande e crescente demanda.  É perceptível sua influência com base em princípios de fé e amor, minimizando problemas e conflitos pessoais e sociais por meio do resgate da autoestima, integração familiar e comunidade.

Suas atividades ao longo dos 75 anos de atuação são pautadas no amor e respeito pelo próximo, visando o equilíbrio do ser humano no aspecto: espírito, alma e corpo, por isso proporciona em suas atividades o desenvolvimento pleno da pessoa humana, imagem e semelhança de Deus, sujeito da sua história e protagonista da transformação.

Aliado forte da igreja evangélica Assembleia de Deus, em relação ao Projeto de Comunicação e também de  Educação, a organização social, constituída por sua maioria de membros da igreja, atua  a Fundação Ebenézer, também designada pela sigla FEB, entidade sem fins lucrativos, com personalidade jurídica própria e autonomia administrativa financeira, podendo inclusive  de acordo com a necessidade, criar filiais em qualquer parte do território nacional,  instituir outras fundações e gozar de autonomia técnica administrativa, financeira e patrimonial.

Estrutura Organizacional

Biografia do Pastor Presidente

Luiz Gonzaga de Lima,  é acreano,  nasceu em 22 de outubro de 1956. É filho do pastor Manoel Ribeiro e a Ir. Maria Magnólia, obreiros pioneiros na obra de Deus no Acre. É casado há 39 anos com a Ir. Vânia Maria Chiquito de Lima,  e têm 3 filhos.  Desde o ano de 1979 foi consagrado ao ministério como obreiro de  tempo integral pela Convenção Estadual de Igrejas e Ministros do Acre.  Pastoreou diversas Igrejas no Estado do Acre, e desde 25/09/1994 preside a Assembleia de Deus em Rio Branco. Além de pregador e ensinador da Palavra de Deus, é também cantor e  escritor. Gravou cinco CD’s e possui 4 livros publicados: “Vencendo os inimigos da família”,“O perfil do homem chamado por Deus”, “ O valor da oração” e “Riquezas da graça de Deus”. 

Diretoria Geral da Igreja

Nossa Convenção 

CADB – Convenção da Assembleia de Deus no Brasil – Portal CADB

A Convenção Nacional Da Assembleia de Deus – CADB, resgata os valores detalhados no primeiro estatuto da Convenção da Assembleia de Deus em 1946, fazendo um resgate histórico do papel real da Convenção e ao mesmo tempo dando dinamismo para um tempo acelerado como o atual. O preambulo do estatuto da CADB descreve com perfeição o papel da Convenção da Assembleia de Deus no Brasil:

  1. REAVIVAR o movimento pioneiro de congregar e congraçar ministros da Assembleia de Deus;
  2. AFIRMAR nossa submissão à autoridade da Bíblia e à verdade centenária dos laços históricos e indissolúveis com a Igreja-mãe das Assembleias de Deus no Brasil; e
  3. COMPARTILHAR os propósitos e princípios que regeram tanto as reuniões ministeriais, ocorridas em Belém do Pará desde 1911, como as reuniões convencionais, realizadas a partir de 1921, cujos valores foram também esposados pelos ministros presentes na aprovação do primeiro estatuto da Convenção da Assembleia de Deus, de 25 de outubro de 1946.

Links Importantes

Manual de Identidade CADB

História da Convenção

História da Assembleia de Deus no Brasil

 

NOSSO CREDO DOUTRINÁRIO

1) Na inspiração divina verbal e plenária da Bíblia Sagrada, única regra infalível de fé e prática para a vida e o caráter cristão (2Tm 3.14-17);

2) Em um só Deus, eternamente subsistente em três pessoas distintas que, embora distintas, são iguais em poder, glória e majestade: o Pai, o Filho e o Espírito Santo; Criador do Universo, de todas as coisas que há nos céus e na terra, visíveis e invisíveis, e, de maneira especial, os seres humanos, por um ato sobrenatural e imediato, e não por um processo evolutivo (Dt 6.4; Mt 28.19; Mc 12.29; Gn 1.1;2.7; Hb 11.3 e Ap 4.11);

3) No Senhor Jesus Cristo, o Filho Unigênito de Deus, plenamente Deus, plenamente Homem, na concepção e no seu nascimento virginal, em sua morte vicária e expiatória, em sua ressurreição corporal dentre os mortos e em sua ascensão vitoriosa aos céus como Salvador do mundo (Jo 3.16-18; Rm 1.3,4; Is 7.14; Mt 1.23; Hb 10.12; Rm 8.34 e At 1.9);

4) No Espírito Santo, a terceira pessoa da Santíssima Trindade, consubstancial como o Pai e o Filho, Senhor e Vivificador; que convence o mundo do pecado, da justiça e do juízo; que regenera o pecador; que falou por meio dos profetas e continua guiando o seu povo (2Co 13.13; 2Co 3.6,17; Rm 8.2; Jo 16.11; Tt 3.5; 2Pe 1.21 e Jo 16.13);

5) Na pecaminosidade do homem, que o destituiu da glória de Deus e que somente o arrependimento e a fé na obra expiatória e redentora de Jesus Cristo podem restaurá-lo a Deus (Rm 3.23; At 3.19);

6) Na necessidade absoluta do novo nascimento pela graça de Deus mediante a fé em Jesus Cristo e pelo poder atuante do Espírito Santo e da Palavra de Deus para tornar o homem aceito no Reino dos Céus (Jo 3.3-8, Ef 2.8,9);

7) No perdão dos pecados, na salvação plena e na justificação pela fé no sacrifício efetuado por Jesus Cristo em nosso favor (At 10.43; Rm 10.13; 3.24-26; Hb 7.25; 5.9);

8) Na Igreja, que é o corpo de Cristo, coluna e fi rmeza da verdade, una, santa e universal assembleia dos fieis remidos de todas as eras e todos os lugares, chamados do mundo pelo Espírito Santo para seguir a Cristo e adorar a Deus (1Co 12.27; Jo 4.23; 1Tm 3.15; Hb 12.23; Ap 22.17);

9) No batismo bíblico efetuado por imersão em águas, uma só vez, em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo, conforme determinou o Senhor Jesus Cristo (Mt 28.19; Rm 6.1-6; Cl 2.12);

10) Na necessidade e na possibilidade de termos vida santa e irrepreensível por obra do Espírito Santo, que nos capacita a viver como fiéis testemunhas de Jesus Cristo (Hb 9.14; 1Pe 1.15);

11) No batismo no Espírito Santo, conforme as Escrituras, que nos é dado por Jesus Cristo, demonstrado pela evidência física do falar em outras línguas, conforme a sua vontade (At 1.5; 2.4; 10.44-46; 19.1-7);

12) Na atualidade dos dons espirituais distribuídos pelo Espírito Santo à Igreja para sua edificação, conforme Sua soberana vontade para o que for útil (1Co 12.1-12);

13) Na segunda vinda de Cristo, em duas fases distintas: a primeira — invisível ao mundo, para arrebatar a Sua Igreja, antes da Grande Tribulação; a segunda — visível e corporal, com a Sua Igreja glorificada, para reinar sobre o mundo durante mil anos (1Ts 4.16, 17; 1Co 15.51-54; Ap 20.4; Zc 14.5; Jd 14);

14) No comparecimento ante o Tribunal de Cristo de todos os cristãos arrebatados, para receberem a recompensa pelos seus feitos em favor da causa de Cristo na Terra (2Co 5.10);

15) No Juízo Final, onde comparecerão todos os ímpios: desde a Criação até o fim do Milênio; os que morreram durante o período milenial e os que, ao final desta época, estiverem vivos. E na eternidade de tristeza e tormento para os infiéis e vida eterna de gozo e felicidade para os fiéis de todos os tempos (Mt 25.46; Is 65.20; Ap 20.11-15; 21.1-4);

16) Cremos, também, que o casamento foi instituído por Deus e ratificado por nosso Senhor Jesus Cristo como união entre um homem e uma mulher, nascidos macho e fêmea, respectivamente, em conformidade com o definido pelo sexo da criação geneticamente determinado (Gn 2.18; Jo 2.1,2; Gn 2.24; 1.27).